Por que alugar equipamentos?

Por que alugar?

Se você está procurando eficiência para sua obra, alugue equipamentos com a Aluguequip do Brasil. Nós alugamos e vendemos os melhores equipamentos e com o melhor serviço do mercado. Nós buscamos sempre manter nossa linha de produtos com equipamentos modernos para você ter a certeza de estar recebendo qualidade e produtos revisados. Alugando conosco, você automaticamente obtém todas as vantagens de usar equipamentos top de linha sem ter que lidar com as responsabilidades que a propriedade de equipamentos traz.

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10 Razões para Alugar:

1 – Controle de gastos

Alugar proporciona uma economia significante em comparação com a compra do equipamento, melhorando seus lucros.

2 – Controle de Inventário

A Aluguequip do Brasil pode fornecer o equipamento que você precisa, quando você precisar, assim você mantém seu inventário no mínimo, reduzindo custos com o ativo imobilizado.

3 – O Equipamento certo para seu serviço

Alugar permite que você adeque o tipo e tamanho do equipamento ao serviço que vai realizar, proporcionando economia e segurança.

4 – Assistência

Nossos técnicos estão disponíveis de segunda a sábado para tirar suas dúvidas sobre os equipamentos e sobre o serviço que pretende realizar

5 – Economia com Estocagem

Alugando equipamentos você evita os custos de armazenagem de equipamentos.

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6 – Redução do tempo de inatividade

Se você comprar um equipamento e ele quebrar, vai demorar muito para que a assistência o conserte. No caso da locação, qualquer problema com o equipamento, nós realizamos a troca no mesmo dia, reduzindo o tempo de inatividade.

7 – Sem custos de manutenção

Alugando equipamentos você tem custo zero de manutenção, já que você não vai ter que comprar peças nem fazer manutenção.

8 – Dedução no IR

Gastos com aluguel de equipamentos são dedutíveis do IR e tributados pelo lucro real.

9 – Diversificação da Oferta de Serviços

Você que trabalha com construção civil pode diversificar os serviços que oferece a seus clientes pois terá uma linha maior de equipamentos a sua disposição, sem ter que arcar com os custos de comprar tais equipamentos.

10 – Conservar Capital

Alugue os equipamentos que você precisa e utilize seu dinheiro para investimentos mais rentáveis pra você.

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As 10 maiores construtoras do país em 2011, segundo o ITC

O ITC, uma das consultorias mais tradicionais em fornecimento de dados para o setor de construção, divulgou hoje o balanço das companhias que mais construíram por metro quadrado no país durante 2011.

O 8º Ranking ITC das 100 maiores da Construção , engloba tanto construtoras que atuam nos segmentos comercial, residencial e indústria, e traz como grande ganhadora deste ano a Gafisa (no ano de 2010, a vencedora havia sido a mineira MRV).

1º lugar: Gafisa
Total de obras: 296

Área Total construída: 7,118 milhões de metros quadrados

A construtora Gafisa, que recentemente negou a oferta de compra do fundo pela GP Investimentos e Equity Internacional, foi a que mais construiu, segundo o ranking. A companhia também foi vencedora da categoria “Residencial São Paulo”, sendo a construtora com o maior número de metros quadrados construidos no estado de São Paulo.

“Comemoramos, em 2011, o maior volume de entregas da nossa história, com mais de 23 mil unidades das nossas três marcas – Gafisa, Tenda e AlphaVille – em todo o País. Sem dúvidas, um mérito do nosso comprometido time de obras”, diz Duílio Calciolari, CEO do Grupo Gafisa.

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2º lugar: MRV
Total de obras: 448

Área Total construída: 6,171 milhões de metros quadrados

A construtora mineira MRV, que liderou o ranking de 2010, ficou em segundo lugar em 2011 – liderou em número de obras realizadas, mas construiu menos em metros quadrados que a concorrente Gafisa.

Principal parceira da Caixa Econômica Federal no programa Minha Casa, Minha Vida, a MRV atingiu 4,322 bilhões de reais em vendas contratadas em 2011. Para 2012, a companhia conta com crescimento e anunciou a meta de vendas entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões, com margem Ebitda de 24% a 28%.

3º lugar: Cyrela
Total de obras: 113

Área Total construída: 4,900 milhões de metros quadrados

A incorporadora Cyrela Brazil Realty fez lançamentos de 7,9 bilhões de reais em 2011, o equivalente a 104% do piso da faixa estimada pela companhia para o ano. As vendas contratadas totais foram de 6,5 bilhões de reais no ano passado e de 2,4 bilhões de reais de outubro a dezembro.

Depois de reduzir o número de lançamentos no ano passado, e também de parceiros que cuidavam de obras, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, a construtora e incorporadora prevê vendas na faixa entre 6,9 bilhões e 8 bilhões de reais em 2012, contra meta anterior de 8 bilhões a 8,9 bilhões de reais.

4º lugar: Brookfield
Total de obras: 119

Área Total construída: 4,855 milhões de metros quadrados

O quarto lugar é ocupado no ranking pela construtora Brookfield, com uma área total construída de 4.855.149,33 metros quadrados, segundo o ITC. Assim como a Cyrela, a companhia reduziu a estimativa de lançamentos para 2011, em meados do ano, de entre 4,75 bilhões de reais e 5,25 bilhões de reais para o intervalo de 4 bilhões de reais a 4,2 bilhões de reais no período. Para este 2012, a estimativa é de a companhia lançar entre 4 bilhões de reais a 4,4 bilhões de reais.

5º lugar: PDG
Total de obras: 219

Área Total construída: 3,793 milhões de metros quadrados

A construtora PDG previa que os lançamentos ficassem entre 9 e 10 bilhões de reais no ano passado e, até dezembro de 2011, lançou 9,008 bilhões de reais em imóveis no ano passado. O resultado é 28,6% maior que os 7,005 bilhões de reais lançados em 2010. Já em relação às vendas, a PDG somou 7,481 bilhões de reais no ano – uma cifra 14,7% maior que a de 2010.

Para 2012, a construtora foi uma das poucas a divulgar o guidance do ano, estipulado entre 9,0 bilhões e 11 bilhões de reais de volume geral de vendas. Divulgar a meta de lançamentos é um dos motivos que levou a empresa a ser apontada como queridinha dos analistas, apesar de seus tropeços.

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6º lugar: Rodobens
Total de obras: 188

Área Total construída: 3,613 milhões de metros quadrados

Focada na venda de imóveis de baixa renda, a Rodobens ocupa o sexto lugar no ranking do ITC, ao mesmo em que apresenta alguns dos piores resultados de sua história na bolsa. Em 2011, as ações ordinárias da Rodobens registram uma desvalorização de 33%, enquanto o índice que mede o desempenho do setor imobiliário na bolsa, o IMOB, cai 22%.

Um dos principais pontos a serem tratados pela companhia durante este ano, assim como no ano passado, é a redução do endividamento. Os esforços nesse sentido fizeram com que a Rodobens reduzisse os lançamentos, buscando ajustar o ritmo de obras aos valores contratados, além de outras medidas citadas pela companhia.

7º lugar: Even
Total de obras: 88

Área Total construída: 2,926 milhões de metros quadrados

No sétimo lugar, a construtora Even aparece com o total de 88 obras concluídas em um total de 2,926 milhões de metros quadrados construídos em 2011. No ano passado, a empresa figurou também como uma das mais lucrativas das Américas em 2010, segundo a Economática, com ganhos de 151,5 milhões de dólares.

8º lugar: Direcional
Total de obras: 88

Área Total construída: 2,926 milhões de metros quadrados

Fundada em 1981, a Direcional Engenharia entrou no mercado imobiliário de baixa renda em 2006 e hoje é uma das principais incorporadoras a atuar no segmento popular – apesar de contar com projetos também para a classe média e média-alta.

A companhia encerrou 2011 com um crescimento de 19% nas vendas contratadas, alcançando 1,234 bilhão de reais. Já o volume de lançamentos alcançou 1,447 bilhão de reais, resultado 35,7% maior que o de 2010. Terminou o ano ocupando o oitavo lugar do ranking do ITC.

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9º lugar: Plaenge
Total de obras: 178

Área Total construída: 1,947 milhões de metros quadrados

A construtora paranaense Plaenge Empreendimentos ficou com o oitavo lugar no ranking do ITC de 2011, com 178 obras sendo feitas no período e exatos 1.947.524,29 metros quadrados construídos – resultado à frente de outras construtoras tradicionais no setor, como Rossi, Tecnisa e WTorre.

10º lugar: Toledo Ferrari
Total de obras: 30

Área Total construída: 1,643 milhões de metros quadrados

O que o décimo lugar da lista do ITC e o cantor Roberto Carlos tem em comum? Fácil responder se você se lembrar da estreia do cantor Roberto Carlos no ramo da construção civil, em sociedade com seu empresário, Dody Sirena, e com o investidor Ubirajara Guimarães, fechada em 2010. Na época, o cantor abriu a Emoções Incorporadora para construir, em parceria com a Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora e a AAM Incorporadora, um edifício no bairro paulistano do Itaim Bibi, com apartamentos residenciais e unidades de escritório para classe AAA.

Além da Emoções Empreendimentos, a companhia investe em parcerias com Camargo Correa, Helbor e Setin Empreendimentos, entre outras empresas, para a construção de empreendimentos comerciais e residências de médio e alto padrão, que totalizam um VGV (Valor Geral de Vendas) superior a 8 bilhões de reais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/as-10-maiores-construtoras-do-pais-em-2011-segundo-o-itc

Aluguequip do Brasil apoia Equipe UFSC de Eficiência Energética

Aluguequip do Brasil apoia a Equipe de Eficiência Energética da UFSC.

Protótipo da Equipe UFSC de Eficiência Energética

Países como Estados Unidos e Brasil estão desenvolvendo projetos de certificação energética para carros de passeio, com a intenção de estimular o mercado de carros elétricos.
A Aluguequip do Brasil está apoiando a Equipe UFSC de Eficiência Energética, formada pelos alunos das engenharias da Universidade.
Eles desenvolveram um protótipo de carro movido à gasolina que pode rodar até 700 quilômetros com apenas 1 litro de gasolina.

Para mais informações acesse: www.e3.ufsc.br

Vai abrir uma locadora de equipamentos? Confira as dicas.

A expectativa de crescimento para a construção civil, consolidada pela aceleração para as obras da copa, previsão de investimento de bilhões de reais pelo PAC 2 e minha casa minha vida, entre outros motivos fazem de 2012 um ótimo ano para o empreendedor que está cogitando abrir um negócio de locação de equipamentos.

A aluguequip do Brasil, uma das maiores locadoras de equipamentos de Santa Catarina (www.aluguequip.com.br), dá algumas dicas sobre o negócio e sobre os equipamentos necessários pra quem quer apostar na força da construção civil.

“Pra quem está iniciando um negócio de locação, é importante ter em mente que nem sempre o cliente sabe qual equipamento utilizar e cabe ao locador indicar o equipamento mais adequado pra sua necessidade” diz o gerente geral da Aluguequip, Márcio Tavares. Ele diz ainda que o cliente pode chegar na sua loja querendo alugar um determinado equipamento achando que é o que vai precisar e, chegando na obra, ele na verdade verifica que o equipamento não faz o serviço com a eficiência que ele gostaria, daí a necessidade de se ter sempre atendentes e promotores treinados com a finalidade de satisfazer as necessidades dos clientes.

Tendo essa mentalidade, o empreendedor precisa estudar seu máquinário, frequentar os cursos oferecidos pelos fabricantes dos equipamentos e tirar todas as suas dúvidas.

Mas quais equipamentos eu preciso ter para iniciar um negócio de locação?

De acordo com a experiência de 15 anos de mercado da Aluguequip do Brasil, que também vende equipamentos novos e semi-novos para todo o Brasil, o mix de produtos que uma locadora deve ter pode variar de região para região e existem alguns equipamentos que são bastante procurados e que trazem um retorno rápido do investimento.

“Esses equipamentos são compactadores pula pula, compactadores de placa, cortadora de piso e asfalto, martelos demolidores, vibradores de concreto e alisadoras de superfície” indica o Presidente da Aluguequip do Brasil, Luciano Costa. Para ele, esses equipamentos são locados facilmente e são geralmente utilizados na maioria das construções.

Com o alavancamento do negócio, o empresário pode começar a adquirir equipamentos periféricos como betoneiras, roçadeiras e andaimes, que também são bastante utilizados e ajudam a aumentar seu portfólio de produtos.

A manutenção dos equipamentos também é crucial para um negócio de locação. A melhor estratégia é contratar profissionais especializados e criar um programa de manutenção contínua, além de proporcionar ao cliente uma entrega técnica de todos os equipamentos que foram locados e revisá-los todas as vezes que retornarem para a locadora.

Se você está pensando em abrir um negócio de locação, entre em contato com a Aluguequip do Brasil. Nossa equipe de vendas irá oferecer todo o suporte necessário. Você pode conferir também os equipamentos a venda no site www.aluguequipshop.com.br

Aluguequip do Brasil

Construção civil deve crescer mais que o PIB. Porém…

Na última sexta-feira, em meio ao temor da crise internacional, uma notícia vinda do SindusconSP animou o mercado: o setor de construção civil deve crescer mais que o PIB neste ano, ou seja, deve ter expansão de 5% em 2011.

Na semana passada, o sindicato recebeu a visita de analistas convidados pelo Banco Múltiplo Goldman Sachs do Brasil. Durante esse encontro, foi traçado um panorama atual do mercado e Eduardo Zaidan falou sobre perspectivas de médio e longo prazo.

Segundo enfatizou o VP de Economia da entidade, essas perspectivas do setor da construção estão condicionadas a inúmeros fatores. Entre eles, o aumento do investimento em infraestrutura e o desenvolvimento de novas fontes de financiamento para habitação e infraestrutura.

E também o fortalecimento do mercado secundário, industrialização maior dos processos produtivos e aumento da produtividade da mão de obra. Sem esquecer, é claro, do avanço de forma sustentável das construções, com a ocupação adequada do solo. O que é, sem dúvida, fundamental.

Entre as prioridades, também é sempre lembrada a necessidade de aceleração das aprovações e dos licenciamentos, um dos entraves do setor. O que não é difícil entender, pois desde a compra de terreno até a regularização final da obra, podem se passar até 7 anos!!!

O SindusconSP também alerta para os custos das obras que, segundo a entidade, estão sendo pressionados pela escassez de mão de obra.

Esses dados foram veiculados pelo Estadão, na matéria “SindusCon-SP reafirma estimativa de crescimento do setor para 2011″.

Fonte: http://www.redimob.com.br/post/46321f85-a51d-496a-a16c-fdace944f13a/construcao-civil-deve-crescer-mais-que-o-pib-porem

Brasil vai investir em centro de pesquisa para construção Civil

Recentemente o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, assinou uma carta de intenções para a implantação de um centro tecnológico destinado à pesquisa em construção civil, em parceria com empresas do setor. O Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) faz parte das estratégias do governo federal e do setor privado para aumentar a produtividade da construção civil, este que enfrenta escassez de mão-de-obras qualificadas.

Com mais de 14 anos de atividade, disponibilizamos a locação de máquinas e equipamentos para construção civil

“A ideia básica é que esse esforço de pesquisa que as cadeias produtivas precisam desenvolver dificilmente vai avançar se cada empresa tentar resolver problemas individualmente”, afirmou Mercadante. “A cadeia da construção civil ficou muitos anos sufocada. Não tinha crédito, não havia financiamento de longo prazo, havia uma carga tributária indevida. Vivemos hoje um momento de investimento, temos crédito, temos que aproveitar para dar um salto de qualidade”, completou.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reafirmou durante evento para empresas do setor, o objetivo do governo de investir R$ 125,7 bilhões na segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, para a construção de até 2,6 milhões de moradias até 2014.

O Pisac será implantado inicialmente em Brasil, no campus da UnB, na cidade de Gama.

Multiplicação imobiliária

O boom no setor de construção civil e o crescente interesse dos investidores por aplicações em imóveis fizeram mais do que dobrar as ofertas de fundos imobiliários neste ano.

Até agosto, foram registradas 25 emissões na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que somaram R$ 4,68 bilhões, um aumento de 131,4% em relação ao mesmo período do ano passado. E há outros quase R$ 2 bilhões em operações que devem vir a mercado nos próximos meses.

A Brazilian Mortgages, uma das líderes desse mercado, com 32 fundos sob administração, sendo 19 listados em bolsa, já captou neste ano R$ 400 milhões em novas emissões e pretende chegar a R$ 2 bilhões até o final de 2011, volume 54% superior ao R$ 1,3 bilhão levantado em 2010. “Com a volatilidade na bolsa, o investidor passa a olhar mais as alternativas de investimento em ativos reais”, afirma Vitor Bidetti, diretor da BM.

Em julho deste ano, a Brazilian Mortgages captou R$ 195,83 milhões em apenas cinco dias úteis com a distribuição do BM Cenesp, atraindo 2.695 pessoas físicas, o que mostra o forte apetite dos investidores para esse tipo de ativo.

Além dos tradicionais fundos que visam obter renda com aluguel de imóveis corporativos, novas opções de produtos começam a ganhar mercado. A BM deve abrir uma captação do fundo Excellence, criado em abril de 2008, cujo objetivo é investir em papéis com lastros imobiliários como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliárias (LCI), sendo nesse caso atrelados a imóveis residenciais. A carteira, que conta com patrimônio de R$ 79 milhões, tem como meta oferecer um retorno de 105% do CDI.

A Rio Bravo também lançou no início deste ano, em parceria com a Companhia Brasileira de Securitização (Cibrasec), uma carteira de R$ 50 milhões, que irá comprar CRIs atrelados a recebíveis de imóveis residenciais localizados na cidade de São Paulo.

Entre as vantagens desse modelo de fundo imobiliário está a possibilidade de diversificação dos investimentos em imóveis e a volatilidade menor das cotas, uma vez que a rentabilidade desses papéis já é definida no momento da emissão, afirma José Diniz, diretor de fundos imobiliários da Rio Bravo.

Além da praticidade em não ter que se preocupar com a administração dos imóveis, o que fez com que esses ativos caíssem no gosto dos investidores foi o fato de oferecerem isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para pessoas físicas. Com isso elas podem obter, muitas vezes, um retorno de cerca de 8% a 10% ao ano, superior à rentabilidade líquida de uma aplicação atrelada ao CDI, além da valorização das cotas na bolsa, explica Diniz da Rio Bravo.

Só neste ano, a Rio Bravo realizou três ofertas de fundos imobiliários, e tem mais três carteiras em estruturação que devem vir a mercado até o final de 2011.

A gestora acabou de fechar a oferta do The One, que tem como foco investimentos em lajes corporativas no edifício comercial de mesmo nome, e está trabalhando na quarta emissão do fundo Rio Bravo Renda Corporativa. A intenção com a captação é aumentar em R$ 50 milhões o patrimônio do fundo, hoje em R$ 102 milhões, para a realização de novas aquisições.

Atualmente, o portfólio é composto de seis unidades no JK Financial Center, além de uma laje corporativa no prédio Jatobá Green Buiding, e outra no Edifício Parque Paulista, todos em São Paulo. Desde 2005, o fundo entregou uma taxa interna de retorno, que inclui os rendimentos com aluguel mais a valorização das cotas, de 24% ao ano.

Apesar dos novos empreendimentos em construção na cidade de São Paulo, Diniz, da Rio Bravo, acredita que essa oferta não deve suprir a demanda por imóveis corporativos pelo menos até 2014, com os preços de locação devendo se estabilizar em patamares altos.

O Banco do Brasil Investimentos também abriu a segunda captação do BB Renda Corporativa, que tem como objetivo investir em pontos comerciais para serem alugados como agências bancárias para o BB. O portfólio, administrado pela Votorantim Asset Management, captou R$ 159 milhões na primeira emissão, realizada em maio deste ano, sendo 92% desse volume alocado por investidores pessoas físicas. “Tivemos uma forte demanda, que chegou a R$ 400,58 milhões, mais que o dobro da oferta”, afirma Leonardo Loyola, gerente executivo de mercado de capitais do BB Investimentos. A aplicação mínima da operação foi de R$ 10 mil. “Os investidores têm procurado esse tipo de produto pela segurança que os imóveis representam”, diz Loyola.

Apesar do crescimento, a participação dos fundos imobiliários na bolsa ainda é pequena no Brasil. Em julho, havia 122 em operação, que somavam patrimônio líquido de R$ 11,198 bilhões. Desse total, apenas 59 fundos, eram negociados em bolsa, e totalizavam R$ 10,34 bilhões em valor de mercado. Já nos Estados Unidos, essa classe de ativos, conhecida como Real Estate Investment Trust (REITs), somavam R$ 400 bilhões, com mais de 200 fundos cotados em bolsa.

Fonte: Silvia Rosa, Valor Economico
http://marcosassi.com.br/multiplicacao-imobiliaria

Inflação na construção civil é de 0,16% em agosto, diz FGV

A taxa deste mês é menor que a apurada em julho, quando houve alta de 0,59%

Somente os materiais de construção tiveram alta de 0,25% (Alexandre Battibugli/Exame)

O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) representa 10% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)

A inflação na construção civil perdeu força em agosto. O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), que mede a evolução de preços no setor, subiu 0,16% este mês, taxa menor que a apurada em julho, quando houve alta de 0,59%. Até agosto, o INCC-M acumula altas de 6,31% no ano e de 7,71% em 12 meses. O índice representa 10% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os preços de materiais, equipamentos e serviços também subiram com menos intensidade e mostraram elevação de 0,25% este mês, após avançarem 0,35% em julho. Já os preços de mão de obra também apresentaram aumento mais fraco de preços e tiveram alta de 0,06% em agosto, após subirem 0,84% em julho.

Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em projetos (1,30%), engenheiro (0,59%) e condutores elétricos (1,66%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em vergalhões e arames de aço ao carbono (-0,55%), tubos e conexões de ferro e aço (-0,16%) e placas e cerâmicas para revestimento (-0,11%).

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/fgv-inflacao-na-construcao-civil-e-de-0-16-em-agosto

Governo vai criar um centro de pesquisa para construção civil

Por Lessandra Lara em Notícias no dia 15 de agosto de 2011

Na última quinta-feira (11), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, assinou um documento para implantar, em parceria com entidades do setor, um centro tecnológico destinado à pesquisas no setor da construção civil.
O centro denominado Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) faz parte das estratégias do governo, junto ao setor privado, para aumentar a produtividade do setor e solucionar problemas como a falta de mão-de-obra qualificada.
O Pisac será implantado no campus da Universidade de Brasilia (UnB), na cidade Gama, em parecria com a Câmara Brasileira da Indústria de Construção, Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon), Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, governo do Distrito Federal e com a empresa britânica Building Research Establishment.
O ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, junto ao Governo do Distrito federal e empresas do setor, destinaram 25 milhões de reais para a primeira etapa do centro.
Durante a reunião, também, foi anunciada o investimento em outros projetos. A ministra de Planejamento, Miriam Belchior, disse que o governo tem a intensão de investir 125,7 bilhões de reais na segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, para a construção de 2,6 milhões de moradias até 2014.

Fonte: http://www.blogdaconstrucao.com.br/governo-vai-criar-um-centro-de-pesquisa-para-construcao-civil/